1 de julho de 2013

Preparar ou não preparar?

















Os grandes momentos preparam-se ou não se preparam?

Ser fenomenal - o que quer que seja, pessoa, facto ou edificação - requer preparação?

Deixo simplesmente esta reflexão, hoje.

15 de abril de 2013

Vida cheíssima e agitadíssima.... e os desejáveis intervalos!
















Arranje tempo para fazer pequenos intervalos no meio do seu dia cheio de azáfama e em que se desdobra em multi-tarefas, tantas vezes sem mãos a medir. Sim! Arranje tempo para intervalos.

Sou apologista de que quanto mais exigente ou complexo for o trabalho, mais importância tem (que seja) uma única e pequena pausa com que nos mimamos.

Muitos responderão que uma pausa pode significar uma quebra na produtividade e chão para desmotivação ou alguma preguiça....

Eu acho precisamente o contrário: as pausas são uma necessidade; fazemos alguma coisa que nos dá gosto e, porventura, estes minutos de tempo livre ajudam-nos a centrarmo-nos um bocadinho em nós mesmos, até mesmo no sentido que tem aquilo que estamos a fazer de afogadilho (o que não tem mal nenhum, entenda-se!).

No seu dia-a-dia, que tipo de intervalos são mais frutíferos para o seu trabalho ou estudo?
O que ganha você, precisamente, quando se dá a oportunidade de parar para depois prosseguir?

Se porventura é daquelas pessoas que nunca, nunca pára, lanço-lhe um desafio: 
amanhã, comece por planear um intervalo de 15 minutos no seu dia.....
 e sinta o que acontece! 

10 de março de 2013

Espontaneidade e intuição - como treinar?

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Espontaneidade e intuição são características com que as crianças nascem, sem limites de qualquer género. E depois é que vem o resto, as regras, a necessidade de protecção, os medos dos outros, as conveniências, os horários, sei lá mais o quê.
 
Estou a favor da genuinidade das crianças e estou a favor de tudo o resto, também. Tudo faz parte da vida em família e em sociedade.
 
Estou ainda muito mais a favor de que nós, adultos, façamos quando possível - e quando nos caia no goto - umas incursões ao mundo das crianças para com elas - sim, com elas, treinarmos a sua/nossa espontaneidade, entusiasmo e intuição, quase sempre tão certeira.
 
A minha irmã, a que tem muitos netos, passou hoje a tarde acompanhando o seu neto de 7 anos a fazer um bolo inglês... para mim! Ele partiu as frutas, pesou os ingredientes, juntou-os e amassou tudo. Pôs na forma e levou ao forno. Esperar pela cozedura é que já não foi tão fácil para uma criança irrequieta desta idade. A avó fez isso.
 
O resultado foi de Chef Cordon Bleu da pastelaria. O bolo estava delicioso, sem favor nenhum. (Por favor, até, tirem-me a travessa de perto de mim!) E eu fico a pensar.... não podemos nós observar as crianças e beber delas o entusiasmo, a alegria da tarefa desconhecida, o espanto do contacto com os novos materiais, o excitamento de um resultado tão desejado? Aprendemos, aprendemos sim!
 
Sentir as crianças na sua interacção connosco é também uma fonte inesgotável de aprendizagem da intuição. Já repararam que há sempre uma criança que é tão querida connosco quando estamos mais em baixo? E perceberam que quando elas nos querem espevitar para andar de escorrega atrás delas ou nos tentam a oferecer-lhes um brinquedo novo podem querer simplesmente que nós experimentemos as nossas capacidades e limites?
 
Este meu fim-de-semana teve crianças: o Chiquilin Pasteleiro, o Joaquim Oferece Flores e a Ana Maria Hoola Hoop.
 
E eu percebi que, pelo menos um dia de cada vez, vou trabalhar a minha própria espontaneidade e intuição. Esteja também!

9 de fevereiro de 2013

De que poderei gostar numa máscara de Carnaval?

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Desde há uns dias que muitos ousam mascarar-se e passear por Lisboa, a solo, em grupos ou em desfiles, com os seus novos seres de Carnaval. Na Baixa houve ontem um desfile da António Arroio, em Agronomia enchentes de universitários exibiam peles sintéticas envolvendo posturas de Cro-Magnon, meninas a pares faziam de anjo branco e anjo rubro empoleiradas nuns saltos agulha que não devem ter dado grande resultado pela noite fora, e... e... e....
 
As crianças assumem as suas personagens de bailarinas espanholas, zorros, sultões de turbantes sintéticos a esgueirarem-se cabeça acima, crianças que nem sabem andar passam ao colo, envoltas em asas de borboletinha, muitas fadas, muitas princesas, guerreiros e as tradicionais abelhas maia.
 
Aparentemente, adultos ou crianças despem-se mesmo de si mesmos quando é para brincar ao Carnaval e gostam - momentaneamente que seja - dos muitos detalhes de que é feito o carácter do seu novo personagem. Interpretam-no, à sua maneira.
 
A mim, isto tem-me dado que pensar:
de que gostaria eu de me mascarar hoje, ou seja, que carácter gostaria eu de interpretar, nem que fosse só este Carnaval?
 
E já agora, se são essas características que eu gostaria de vivenciar momentaneamente, o que me poderá ter impedido de o fazer mais vezes, até sempre, ao longo na minha vida?
 
Vamos lá! Mesmo sem trocar de roupa ou pintar a cara, vamos encontrar a "máscara" que nos vai fazer ter um excelente fim-de-semana.

7 de fevereiro de 2013

Em crise ou sem ela, podemos sempre pedir ajuda.


 
Verifico que não é evidente pedir "Ajuda" quando dela precisamos. E antes de ser ou não evidente, muitos de nós, até, nem nos lembramos disso, não nos passa pela cabeça!
 
Seremos super-mulheres e super-homens? Só nós é que sabemos, podemos e devemos e não contemplamos os outros como nossos parceiros?
 
O que se passa consigo, que ainda não pediu ajuda para aquilo que precisa? Entende-se nisso?
 
Ultrapassemos a questão prática do pedir ajuda a quem faz melhor ou mais depressa do que nós,  quando está em causa a eficácia de processos. Muito bem, faz sentido! E avancemos!
 
Hoje, reflicto sobre aquele momento mágico em que olho para um outro ser humano como ser da minha confiança, no exacto momento em que eu me deparo com um meu limite, o assumo e me responsabilizo por o que quer que seja que ele implica.
 
E parto, então, para uma relação de ajuda, de grande delicadeza humana. De grande delicadeza!
 
Como eu a entendo, a relação de ajuda entre pessoas é acolher, do outro, a escuta, a inteligência e coração para me fazer, a mim, andar direita na linha tortuosa ou na linha ténue dos meus limites. E constato que é mesmo bom abraçar assim um outro ser humano quando, afinal, quem primariamente precisava dos braços à minha volta era eu.
 
Faço sentido para si?
  
Para quem agora mesmo pensa:
- "Mas eu nem sei mesmo em que é que, especificamente, preciso de ser ajudado!"
Eu digo:
Coragem! Experimente! Peça Ajuda para isso mesmo!

5 de fevereiro de 2013

Bons alvos, batalhas certas


Três meses passaram por aqui da forma infelizmente mais explícita, que foi a de ausência de publicações novas. Esta minha ausência foi ponderada e no cumprimento daquilo que, como Coach, deixo "cair" de quando em vez no meu discurso: temos o direito a estar calados e,  simplesmente, não emitir opiniões ou voz pública.
 
Fiz isso por mim própria e agora eis que quero reanimar a escrita das minhas reflexões neste Blog meu e vosso.
 
Recomeço com esta:
Temos ou não frequentes vezes a sensação da dureza que é lutar numa batalha injusta?

 
É infrutífero. É cansativo, é desanimador.
 
A injustiça pode simplesmente vir do facto das partes terem sobre a realidade uma percepção dolorosamente oposta uma da outra. Já pensou nisso? Ambas as partes podem estar na sua melhor genuinidade e boa alma nessa coisa que ambas transformaram em batalha.
 
E, sendo assim ou mais ou menos assim, o certo é que, cá por mim, cheguei à conclusão que há batalhas que não são, mesmo, batalhas minhas.

Quero acertar no alvo. Hoje mesmo, vou lutar outras batalhas - as minhas.

Fez-vos eco?

5 de novembro de 2012

Significados fortes, abertura aos outros















Nesta primeira semana de Novembro, com a perspectiva de um mês pela frente, a certeza de que a vida é feita de recomeços, diários mesmo, se necessário for. Recomeços diários são um ritmo bom, uma abertura forte à esperança de que, pelo menos hoje, vou conseguir (réussir!).

E assim, no meu horizonte, coloco o significado de alguns desafios pessoais, na certeza de que me vão fortalecer em abertura aos outros, abrindo as minhas capacidades ao serviço do outro.

Sim, por onde andam as nossas capacidades? Que temos feito delas e com elas?

9 de outubro de 2012

Eu e os desafios, os desafios e eu







 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Há dias em que cada tarefa é um desafio, há dias em que andamos em velocidade de cruzeiro, em piloto automático, diríamos.
 
Entre um e outro e as diversas nuances que se interpõem - o meu posicionamento perante aquilo que me é oferecido viver:
 
Como encaro o pedaço de vida à minha frente? Que significa e para quê? Quem vou querer ser nele?

Hoje, duas conversas tidas - seguramente não por acaso - ajudaram-me a reunir foco e motivação para um desafio que se desenha no meu horizonte. Eis uma linha de pensamento, para mim, hoje:

Os desafios podem assustar porque perfuram os nossos limites e nos confrontam com as nossas fragilidades, de todo o tipo.

Perante isso, que tal Entregar o simples acto de participar e entregar-Me nele?

Sem expectativas. Sim! Que tal zero-expectativas? Que tal não planear sucessos?
Que tal oferecer-me o presente de (apenas!) viver o que me é oferecido?

Para mim, valeu! Vou já dizer que sim!
 

28 de setembro de 2012

Vida adentro!

 
 

Recordando os dias de férias que passaram, eis que surge esta imagem: avançar mar adentro, que é como quem diz: vida adentro, com os pés bem assentes na realidade,
 
contudo também com a leveza e frescura de quem espera sempre - porque tem a certeza - uma coisa boa no momento da imersão.

7 de setembro de 2012

Novo ranking: eu sei-ser, eu sei-fazer, eu vivo a Esperança

 



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Recentemente o programa "Imagens de Marca" versou sobre a imagem nacional a nível interno e externo e o valor que isso tem, nomeadamente quando queremos potenciar a promoção turística, económica, cultural, etc..., dos países, quando são divulgados os famigerados rankings (que os há para tudo, hélas!).
 
Dizia-se que a imagem de um país assenta, em primeiríssimo lugar, na auto-percepção que os seus próprios cidadãos têm do seu país. Se quisermos tomar atenção a esta consideração, ela só por si é um ponto de partida brutal e poderoso para nós, Portugueses ainda a banhos num Verão que não tarda nada se vai embora, para nos devolver então o frente-a-frente com outras realidades. Que imagem escolhemos assumir para nós próprios e mostrar aos outros, quando falamos do nosso Portugal?
 
Isto das percepções tem mesmo a sua graça, porque, se quisermos, vamos por aí fora com tal velocidade que caímos na tentação (será?) de dizer que não há realidade coisa nenhuma, há antes tantas percepções quantas as pessoas que  a percepcionam (será?).
 
Mas, concretizando e avançando, hoje mesmo as famílias portuguesas estão em fase de início de ano lectivo, um dos momentos mais importantes da nossa vida (é mesmo!). De que forma o queremos viver?
 
Que salto queremos dar? De gigante? Com que qualidade, com que ânimo? Estamos a viver um passo pequeno e valioso? Uma boa receita de repetição? Estamos como? Como poderemos fazer bem, e à nossa maneira? Para onde?
 
Miúdos e graúdos, sinto ser este, também, O momento de mostrarmos uns aos outros, em família e ao nosso país, que vivemos com Esperança este recomeço, sabemos viver  bem os nossos vários papéis, como educadores - pais, professores, comunidade escolar - e alunos.
 
Podemos, já hoje, fazer tão bem, tão bem!
 
Vamos elevar a nossa posição pessoal
no ranking de bem saber-ser e saber-fazer!

22 de agosto de 2012

Onda de calor e um copo de água fresca-fresca


 
No meio deste Verão quente-quente e de umas férias que (desejo) esteja a ter ou ainda terá, quero deixar-lhe aqui um copo de água fresca-fresca, que é como quem diz.....

...recolha tudo o de bom que as férias lhe podem dar e vá-se "hidratando" para o regresso em grande que seguramente quer preparar.

Continuações!

9 de julho de 2012

Um coco e um momento de férias.












Vivi isto em Março:

Acabadinho de ser feito cair do alto da palmeira, depois laboriosamente desbastado da sua primeira casca verde e da casca interior, mais dura e castanha, o coco oferece um leite delicioso quase transparente, à temperatura natural, tal qual estava lá em cima há uns segundos atrás, 30m acima do solo. 

E o coco ainda oferece mais: com uma colher feita da primeira casca, a verde, desbasta-se uma polpa macia de sabor absolutamente surpreendente: porque é coco, mas não tem nada a ver com aquilo que eu conhecia, até então, como coco.

Isto vivi em roda de amigos - portugueses e moçambicanos. Uma roda de contacto com a Natureza, uma vivência que em várias dimensões eu considerei mágica, divina, "overwhelming",  marcante, envolvente, que nunca esqueço porque gosto de a recordar sempre.

Já em clima de férias, mais próximas ou mais distantes, perto de casa ou a quilómetros de distância, vale a pena antecipar o gozo de momentos que vamos querer construir únicos, mágicos, divinos, rodeados de quem queremos.

E sentindo-nos parte do que quer que seja. Em comunhão? Com a Natureza? Sim, recomendo!


4 de junho de 2012

Je Ne Sais Quoi e uma boa semana para si















Bom Dia Bom dia! E uma óptima semana a todos!

Como todos sabem, sou um sólido membro do clube dos que adoram o que fazem.
Subjacente, o ser Mãe dos Meus Filhos e Mulher do meu Marido,
O fazer parte de uma Óptima Família
E ter um grupo tão Querido de Boas Amigas e Bons Amigos.
Não poderá assentar aqui, nas nossas pessoas, a tal Roda da Vida de que somos feitos?

Nesta segunda-feira após um fim-de-semana típico de família de Pai emigrante moderno (um sábado muito, muito familiar e um domingo com mais um "levar" às partidas internacionais da Portela, uma enésima vez feita em centenas de viagens dele ao longo dos últimos anos), dou por mim de sorrisinho plenamente satisfeito e entusiasmado na perspectiva da minha semana, trabalho incluído com forte, forte preponderância.

Ocorreu-me, não sei bem porquê, a expressão francesa Je Ne Sais Quoi . Hoje o Je Ne Sais Quoi tem-me alegrado a manhã! O Je Ne Sais Quoi é ter uma marca encantatória e positiva que vem de dentro e que se concretiza para fora, na nossa relação com os outros.

Um Je ne Sais Quoi diz que somos particulares e únicos.
Ela tem um Je Ne Sais Quoi!
Ele tem um Je Ne Sais Quoi!
E não nos ocupamos na decifração do que é que ele ou ela tem, não nos importa, já que admitimos mesmo que não sabemos. E, contudo, queremos aproximar-nos dela ou dele e aproveitar isso mesmo.

Adoro fazer Coaching, adoro o que faço, assim declarei no início deste texto.
Entre tantas outras razões, por esta:
A mágica leveza do Je Ne Sais Quoi  ganha contornos de busca e descoberta quando trabalhada na primeira pessoa num processo de Coaching. Chega-se, também, a uma mágica leveza, só que de outro tipo. E também encantatória e positiva, só que de outro tipo.

Quem procura o Coaching envereda seguramente pelo concreto caminho da decifração do seu próprio Je Ne Sais Quoi .
Para depois partir para a Vida e para os Outros. Para uma Boa Semana!

Sabe qual é o seu Je Ne Sais Quoi ?

21 de maio de 2012

Testes finais e exames nacionais.... quase mesmo aqui... já.





Estamos em fase de alguma azáfama (ou assim deveria ser...), em casas onde há jovens em final de ano lectivo. Principalmente em anos de exame, como é o caso do 9º, do 11º, 12º.... e faculdade!

Alunos mais ou menos motivados, uns com necessidade de muitas horas seguidas à secretária, outros ansiando por intervalos no meio do estudo para relaxar e retemperar forças. Uns, aparentando descontracção; outros, nervosos e irrequietos, Outros, ainda, querendo baixar os braços antes de tempo.... 
Verdade para todos:
Os testes finais e os exames estão no calendário.
Tudo se joga... em tão curto espaço de tempo! 

Esquematizam-se planos de estudo - "O que devo estudar e quando?"
Visualiza-se uma recta final com a energia necessária - "Onde vou procurar motivação para continuar a estudar até acabar o que tem que ser feito?"
E ao mesmo tempo.... "Já quero estar de férias!!"

O que se passa em sua casa actualmente?

Saiba que o Coaching pode ajudar, também, em fases tão específicas quanto esta e com objectivos a prazo quase imediato. Planificar e motivar é neste caso, um fio condutor.

15 de maio de 2012

A importância de uma história contada














Cada vez mais me encanta e prende o dom de quem tem prazer em contar uma boa história, na sua forma falada, só para um, para um pequeno grupo ou para uma grande multidão. Deparo-me com esta certeza sempre que me desafio a preparar uma qualquer intervenção nestas lides do Coaching de Desenvolvimento Pessoal.

Na minha forma de estar com as pessoas em Coaching, gosto de usar e abusar do poder explicativo, concretizado, de uma história que se passou com alguém... Gosto do poder dos detalhes, do intricado da acção que leva a um lugar ou mesmo a lugar nenhum e das personalidades com que as personagens se vão revelando. E assim se cria a imagem sentida de uma realidade, com cheiros, impressões na pele, sons e movimentos.

Ajudam-nos no futuro estas histórias a, talvez, escolher uma atitude diferente da que normalmente tomaríamos, inspirados naqueles protagonistas de bons sucessos ou de lições de vida que nos enchem as medidas. Sejam elas que medidas forem!

9 de maio de 2012

100mim.wordpress fala do Coaching de Vida

Este blog criativo, interventivo e iluminador da Fátima Pinheiro deu-me, mais uma vez, a honra de me ver nele citada e referenciada. Obrigada Fátima, pelo seu interesse e adesão ao Coaching de Vida e Desenvolvimento Pessoal.

http://100mim.wordpress.com/2012/05/08/trabalhar-mafalda-pedra-soares-life-coach/

Posts mais antigos, mas sempre actuais:
http://100mim.wordpress.com/2011/03/29/coaching-na-primavera/
http://100mim.wordpress.com/2011/11/04/descobrir-me-coaching-em-lisboa-sessoes-em-nov-e-dez/

6 de maio de 2012

Programa Descobrir-me Abril/Maio 2012














O Descobrir-me - Life Coaching para Jovens contou com o entusiasmo de jovens dos 14 aos 16 anos e da equipa de 4 Coaches que os acolheu e guiou.

Entre sessões de grupo, coaching individual e reuniões finais com os Pais, todos sentimos que este programa se consolidou cada vez mais como um espaço de formação e esclarecimento, abertura de possibilidades e motivação para a acção.

No seu fundamento, a contínua descoberta de si próprio, fundamento essencial no caminho de qualquer pessoa. Os Participantes saíram munidos de ferramentas úteis para o seu dia-a-dia pessoal e académico, além de perceberem o poder da motivação do AGIR!

A data da nova edição será brevemente anunciada! E os universitários também vão ter o seu Descobrir-me específico.

20 de abril de 2012

Fora do gabinete, atravessei o rio e fui ao lado de lá








Ontem tive o gosto de facilitar um workshop na Escola Básica Elias Garcia, na Sobreda da Caparica, promovido no âmbito do Projecto para a Saúde. O tema de partida foi:

Coaching: viver e educar pela positiva!

16 de abril de 2012

"OLHAR e escolher" na Lux Woman de Abril

Leia o artigo todo da Leonor Antolin Teixeira na
Revista Lux Woman Abril 2012, págs. 116 e seg. Nas bancas, à diposição! 

10 de abril de 2012

Inspire, relaxe, identifique e revolucione!



Às vezes pode parecer que em nosso redor se criou um vazio cheio de nada mesmo e que não há nem pessoas nem actos nem vontade nem perspectivas...

É-lhe familiar esta sensação? Viveu-a já, conhece-a nos outros ou sente isso agora mesmo?

Pois... saiba que o primeiro passo para inverter essa sensação reside na sua vontade pessoal de ver a realidade de forma diferente e, desse posicionamento activo, começar, começar, começar... a construir.

De dentro para fora há um desejo de mudança que se pode transformar em furacão (passe a expressão!) e revolucionar a sua vida numa espiral ascendente de dias produtivos e felizes.

Inspire esta ideia de forma calma e concentrada. Identifique então aquela área da sua vida em que um pequeno acto de vontade pode edificar um resultado revolucionário. Sim, porque há boas revoluções!

Inspire, relaxe, identifique e revolucione! 

28 de março de 2012

Director de cena num palco a transformar




Há aquelas manhãs em que somos logo acordados para o lufa-lufa do dia com uma tremenda notícia má, maldosa ou deprimente. E é tão, tão fácil enrodilharmo-nos nela... O nosso cérebro é mesmo assim - gasta facilmente energia naquilo que o puxa para baixo, persistindo nos meandros, recantos e auto-estradas da tragédia e do ai ai! Pode até durar o dia todo e pode perturbar-nos o sono da noite. Isto é... se nós deixarmos!

Da próxima vez que for acometida ou acometido de emoções negativas por causa disto ou daquilo e o seu cérebro teimar em não sair dali - e não precisa de ser logo de manhã, entenda-se! -, experimente assim:
   
                         Verbalize sucintamente as emoções negativas que está a sentir e escolha uma metáfora que as represente. Experimente! Isso mesmo! É bem provável que neste processo racional você tenha trazido alguma suavização e equilíbrio ao estado emotivo em que se encontrava. É assim?
                         Agora que interrompeu a espiral negativa em que se enrodilhava, goze o prazer de gentilmente conduzir o seu pensamento para as ocupações práticas.

Podemos, pelo menos, gostar de nos ver reagir de maneira diferente àquilo que nos dói, perturba, ou simplesmente impecilha (se é que este último verbo existe...).

Sim, quando um palco de contrariedades se nos abre, que tal assumirmos a posição de director de cena,  transformando-o num palco de equilíbrio e oportunidade?

23 de março de 2012

Às voltas pelo mundo continuo eu.




E às voltas pelo mundo pode dar-se espaço aos pequenos e grandes detalhes. E ir de baixo até cima e perceber que tudo depende da perspectiva. Da nossa habitual e daquela que ousamos experimentar - a que não é nossa à partida mas que nos pode levar a um novo patamar.

Tenho feito isso e tenho gostado. Até breve!

28 de fevereiro de 2012

Malas cheias à canivete suíço.



Eminente está a partida para uma viagem longa. Sempre as mesmas questões, uma prática e outra existencial:

Quero ir preparada para quê?
E deixo espaço vazio para que mais?

10 de fevereiro de 2012

Ainda a propósito de Objectivos, Objectivos!



Na 15ª edição da FADPP na Católica, falou-se ontem de várias coisas e também de objectivos. De objectivos pessoais, dos objectivos para os quais trabalhamos nas empresas, precisamos de objectivos?, somos os nossos objectivos?, ... e por aí fora.

Perante a necessidade de atingir um objectivo a curto prazo atribuo grande validade a uma boa estratégia e a um plano de acção eficaz. É o caso da planificação de uma semana em que queremos ser e fazer todas as actividades a que a nossa faceta humana nos impele, sem deixar nenhuma de fora e tendo como prémio uma semana equilibrada e de tempo usufruído a gosto. Já nesta vontade está expresso o ponto de partida: uma semana de tempo usufruído a gosto, abrangente de toda a minha faceta humana.

Leva-me este ponto de partida a olhar para  um panorama mais longínquo, digamos a 10 ou 15 anos. Há quem estabeleça objectivos para a sua vida a tão longo prazo quanto estes. Por meu lado, tendo a fazê-lo apenas como exercício - muito agradável, diga-se de passagem - de congeminação sonhadora e entusiasmada.

Só o meu ponto de partida me mantém agarrada à vida do dia de hoje. Aquele mesmo ponto de partida que me leva a planear e tentar e experimentar dias usufruídos a gosto, abrangendo toda a minha humanidade.

Os meus objectivos, os que me mantêm na rota, na direcção, no caminho, são o significado e o sentido que atribuo ao que faço todos os dias, na decisões que tomo e nas escolhas em que preferi ou preteri isto e aquilo.

Tenho-me sentido muito bem nesta forma de ser: trazer o "horizonte de sentido" para este momento em que escrevo - por exemplo.

E por isso digo: os meus objectivos estão no SER.. O FAZER vem logo a seguir. O TER ou CONSEGUIR é uma consequência, apenas 

31 de janeiro de 2012

Closure: de que forma?















Quando se fecha um ciclo na nossa vida, seja ele de que área for, fazer um balanço do que foi parece ser uma boa forma de despedida. Um balanço que se espera catártico, a closure dos anglófonos.

"O que foi" quer dizer o que fomos nesse ciclo, o que fizemos, o que sentimos, as nossas expectativas e concretizações, o que nos deram... e resvala a nossa mais prosaica humanidade para o que poderia ter sido e não foi, o que poderíamos nós ter feito e não fizémos, o que poderia ter acontecido e não aconteceu, não importa porquê.

Importa este momento de despedida, importa vivê-lo de frente.

Dê-se tempo e permita-se olhar para tudo isto da forma que mais sentido lhe fizer. Não se furte àquele turbilhão de sentimentos extremos que mexem connosco, pois o momento é importante. Saiba que é assim, mas que depois vai deixar de o ser.

E logo que a paz se insinua - ténue ou estrondosa -, dê-se a oportunidade de usar o que aprendeu para iniciar, agora mesmo, o ciclo que, naturalmente, agora mesmo se abriu. Siga!

17 de janeiro de 2012

Sabe o que procura e o que precisa nas pessoas da sua equipa?


















Em fase de formação de uma equipa de trabalho ou de uma associação com interesses comuns, um objectivo comum não basta para que se assegure o cumprimento do objectivo fundador desse aproximamento de pessoas.

Entusiasmo e vontade de ser, ter ou fazer são essenciais e digamos que será esse um ponto de partida. E quanto
  • ao posicionamento de cada um e
  • a conjugação operacional que esses posicionamentos permitem ou impossibilitam? 
Você está agora numa fase criativa, em que pensa em projectos e equipas novas ou quase novas, está numa fase em que pode precisar de novidade, de pessoas a quem se associar, para a ajudarem a cumprir a sua missão, o seu sentido de serviço, quem sabe um sonho ou uma necessidade. Você pode até estar a viver a necessidade de dar novo fôlego a um grupo a que pertence ou à sua equipa de colegas ou colaboradores.

Desafio quem me lê a usar o tempo que for preciso para chegar à conclusão do tipo de perfil que precisa de juntar ao seu - e ao dos outros! - para cumprir o seu objectivo. O que precisa que essas pessoas tragam para a equipa? Exactamente o quê? Quem lhe pode proporcionar isso? Abra o leque de possibilidades, procure e investigue nos seus contactos habituais e peça também recomendações às pessoas em cujo discernimento confia. Fale, converse, reflicta. 

Formar uma equipa de pessoas, seja para começar uma mini-empresa, treinar ténis, seja para um passeio cultural pela cidade ou para levar a cabo um processo de meditação ou um programa de reeducação alimentar não é uma simples conjugação de interesses.

É um exercício de auto-conhecimento - o que quero eu ser, fazer, ter e dar nesta equipa que vou formar?

De que maneira me ligo melhor a essas pessoas para, também, as poder ajudar a ser equipa comigo?

Só para novas equipas? Não - tente fazer o mesmo com as pessoas com quem já convive em projecto!

16 de janeiro de 2012

Testemunho de Coaching em casa

          A minha experiência com o Coaching da Mafalda foi um processo de Coach em Casa.

          Sou mãe de 5 filhos, sendo os 4 mais velhos muito seguidos. Um dia perguntei à Mafalda se ela seria capaz de me ajudar a lidar com os meus filhos, estava numa fase em que sentia que eles actuavam como uma matilha! Tinha perdido toda a criatividade para lidar com a permanente reacção deles aos meus pedidos de colaboração na ajuda em casa e na arrumação dos quartos.

          Com a Mafalda percebi que estava sobretudo desmotivada para lidar com eles. Depois de duas vindas a minha casa, encontrei uma solução bastante diferente, pois Mafalda ajudou-me a ver o caso de outra prespectiva.
          Então tomei a decisão de convidar os meus filhos, por sms, para uma Happy Hour...

11 de janeiro de 2012

Se a sua motivação não está em alta...
















... pense só em empenhar-se no que tem que ser feito e dedique-se a cada etapa sucessiva do seu projecto com vontade de a concluir bem feita.

E veja o que lhe acontece no processo. Perceba os seus estados de alma, o que sente e o que gostaria de estar a sentir. Quem queria que estivesse consigo, quem queria ver distante, onde gostaria de estar a fazer isso, o que mais precisa de saber-ser e saber-fazer?

Às vezes, é preciso dar a volta ao texto para chegar a um esclarecimento brilhante.

E, neste caso específico, vir a saber de onde nasce a motivação que agora lhe está a faltar.

5 de dezembro de 2011

Workshop - Sou Coach no Meu Percurso





















O Desenvolvimento Pessoal com Criatividade


Ao fim-de-semana precisamos de descansar e de recuperar forças físicas, mentais e emocionais. Corpo e espírito procuram regeneração.

Além de fazer isso, se você ainda conseguisse escapar da rotina para se permitir fazer algo de diferente, num sábado e em ambiente criativo e descontraído, o que ganharia de valioso para si?


Digo-lhe que, além de se oferecer um dia bem passado, vai realizar trabalhos criativos acessíveis e divertidos, que são aqui a porta de acesso a temas essenciais do Desenvolvimento Pessoal.

Neste Workshop proponho-lhe objectivamente,
a si que quer cultivar o seu potencial para Ser Coach no seu Percurso:

uma clarificação da realidade pessoal;
a expressão dupla dos seus valores em sentido e em comportamento,
e saber pôr isto em prática, de forma motivante.

Conduzo este Workshop em consonância com a essência do Coaching:
os estímulos à reflexão, os desafios a experimentar novas perspectivas, as propostas de actividades são meus;
o resto é todo seu – ver, ouvir, sentir, dar resposta.

Data: sábado, dia 28 de Janeiro, das 10h às 17h30.
Local: Akademia do Ser, em Paço de Arcos

Inscrições em: geral@akademiadoser.com ; Tel: 21 443 83 05
Investimento: 55 euros

Coaching - parceria para organização de objectivos

In Boletim da Liga Portuguesa contra as Doenças Reumáticas, Especial Outubro 2011

20 de novembro de 2011

"Quase toda a gente aprecia o melhor..."


Hoje é Domingo e, na preparação da semana que começa, associo este anúncio da Coca-Cola ao facto de partir para 2ª feira querendo apreciar o melhor que a vida tem para Eu lhe dar.

Ou seja, eu posso escolher aquilo em que vou investir mais na minha vida, durante esta semana. E porque (quase) toda a gente aprecia o melhor..., eu escolho começar por apreciar apenas isto mesmo:

escolher o que de melhor a vida tem para Eu lhe dar.

17 de novembro de 2011

Empatia e um bom romance
















A empatia é uma questão de ponto de vista. Ou, melhor, de pontos de vista.

Sei que tenho o meu ponto de vista e aceito que ele não é o único em questão, nem necessariamente o que me/nos vai levar onde quero/queremos. (Sim, escuso-me a dizer ponto de vista "certo", pois isso nos levaria a conversas que não é hoje o dia de promover). 

Com isto em mente, eu acolho o Outro e O U Ç O - O na verdadeira acepção da palavra, ou seja, encaro o que ele diz, considero o que ele poderá estar a pensar e não verbaliza, imagino o que ele está a sentir. Ponho-me na sua perspectiva, usando até a minha linguagem corporal e adaptando vocabulário.

Sei que isto se pode fazer inconscientemente, mas também se aprende e treina.

Ler ficção promove a consciência das emoções e dos estados de espírito. Aumenta a consciência social. Leia um bom romance com isto em mente e no coração.

E aprenda o que lhe acontece!

28 de outubro de 2011

DESCOBRIR-ME Workshop de Life Coaching para Jovens (27 + 28 de Abril + 5 de Maio de 2012)

Jovens em anos de transição, como o 9º ano e o 12ª? Falta de objectivos motivantes na vida? Entradas "atribuladas" na faculdade?  Falta de organização ou grande amálgama de actividades? Dificuldades em concretizar planos?

Eis um programa inovador, concebido e dinamizado por uma Equipa de quatro Coaches de que faço parte e que tem como denominador comum o Life Coaching e a forte motivação de proporcionar aos Jovens, a partir do 9º ano de escolaridade, um percurso de auto-conhecimento com vista a

melhores escolhas,
atitudes mais motivadas
e vivências mais conscientes.

São:
. 13 horas de formação no total, com acompanhamento personalizado aos Participantes, em que se alternam sessões de quorum com sessões em grupos pequenos com um Coach;

. + uma sessão individual de Coaching em que o Participante compõe o seu Retrato, um documento escrito onde consta informação sobre os seus valores, feitos, desafios, objectivos, gostos, legado, aptidões inatas, etc. Este Retrato fica na posse do Participante no final do Programa. Além de ser um seu Retrato nesta fase da sua vida e tendo feito este programa, pretende-se que contribua para encarar o seu Projecto de Vida (com inerentes escolhas académicas, ocupação de tempo, atitudes, etc.).

. + uma reunião individual com os Pais, após o final do Programa, para explicar o trabalho desenvolvido pelo Jovem ao longo do Descobrir-me. Porque o interesse comum é partilhado: o Jovem, com os seus Pais e connosco, os seus Coaches.

No final deste programa, o Participante fica munido de ferramentas específicas de coaching para usar em diferentes situações da sua vida. O Retrato regista as suas vivências e constatações recolhidas ao longo do Programa. E ficam abertos caminhos de escolhas mais concientes (Secundário, universidade, amigos e companhias, actividades solidárias, etc....) Muito útil! 

27 de Abril; 19H - 21H
28 de Abril: 09H30 - 18H30
5 de Maio: 9H30 - 13H30
+ sessão individual de coaching, a agendar.

Contacte-me para o email mafalda.pedrasoares@gmail.com para saber mais informações, todas as que precisa!

23 de outubro de 2011

XIV Fórum de Apoio ao Doente Reumático

Liga Portuguesa contra as Doenças Reumáticas



















A Convite da Liga Portuguesa contra as Doenças Reumáticas, participei neste Fórum, com uma intervenção com o tema "Coaching - Parceria para organização de objectivos".

27 de setembro de 2011

1, 2 e 3, à conversa.















Da qualidade da pergunta obtém-se a qualidade da resposta.
Já ouvi esta frase muitas vezes e ainda mais vezes experimentei que ela é verdade.

Um. Fazer uma boa pergunta implica que eu esteja toda - por inteiro - lá: na pergunta, naquela circunstância, frente àquela determinada pessoa. Que é como quem diz, expresso-me no genuíno interesse com que abordo a outra pessoa, reconhecendo a sua e a minha circunstâncias.

Dois. Assumo também que uma boa pergunta reconhece na outra pessoa o poder e gosto de exercer a sua liberdade de resposta e de liberdade na resposta e, também ela, de se manifestar por inteiro.
Onde os pre-conceitos estão colocados de parte (ou então o dito até aqui seria mero exercício de escrita).

Três. Uma boa pergunta para uma boa resposta pressupõe de ambas as partes vontade e entusiasmo. Uma boa conversa, por assim dizer.

Vontade e Entusiasmo: em que medida estão eles presentes nos frente-a-frente pessoais, desde o mais rotineiro ao mais esporádico?

De que forma alimentamos as nossas conversas?

8 de setembro de 2011

Coaching Pluma.....



















Vencer o peso que precisamos de perder e atingir o nosso peso ideal não é apenas assunto de nutricionista. Adquiridos o plano alimentar e de exercício físico adequados, trata-se essencialmente do compromisso que assumimos connosco próprios, com a nossa saúde e com a nossa imagem e auto-estima.

De experiência pessoal, afirmo que, tanto para homens como para mulheres, um processo de perda de peso passa por:

- identificação das crenças limitantes que nos impediram até hoje de cumprir do princípio ao fim os nossos objectivos. E sua desmontagem e transformação em força impulsionadora.
- identificação dos fósforos de motivação para o processo e manutenção da chama acesa
- estabelecimento de objectivos parcelares entusiasmantes

- a companhia e apoio de alguém que seja nosso Coach.

Posso ajudar?

29 de agosto de 2011

Desenvolvimento Pessoal não sou só eu











Imagine-se na situação de ter que produzir um texto para uma palestra sobre um assunto, que até é precisamente aquele que agora o preocupa. Na assistência encontram-se peritos e leigos na matéria, de ambos um pouco, pessoas de diversa origem e com diversos propósitos também.

Como sua Coach, proponho-lhe que brevemente (até agora mesmo!) se sente confortavelmente, corpo descontraído, coração e mente alerta, e que comece a esquematizar este texto que lhe vai servir de suporte à palestra. Ideias principais, fio condutor, tom do discurso, estilo....... Bom trabalho! Bem!

E proponho-lhe que dê um passo mais à frente e comece a preencher o seu esquema com parágrafos compostos por frases que pode vir a proferir.

Pouco a pouco, mais depressa ou mais devagar, ao sabor do tempo que vai ter que utilizar para isto, o seu assunto vai aparecendo no monitor. Tudo bem!

É que na tentativa de nos fazermos entender pelo Outro, explicamo-nos muitíssimo bem a nós próprios.
Afinal, Desenvolvimento Pessoal não acontece só por mim sózinho ou unicamente para mim, ponto final.

O Desenvolvimento Pessoal acontece na minha relação com os outros.

24 de agosto de 2011

Jovem Coaching - Pessoas Boas, Felizes e Equilibradas.
















A gente-a-caminho-de-crescida gosta de actividade e de tarefas que lhe desperte o interesse e estimule a criatividade. Os jovens ficam felizes dando largas à sua verdadeira essência e gostam de ver resultados do seu trabalho. Também cumprem regras e obrigações menos desafiantes, pois umas e outras têm significado e dão-lhes um enquadramento estável (quer eles o entendam logo, quer o entendam só depois). O seu dia-a-dia decorre com esta alternância entre quererem fazer tudo o que lhes apetece e conhecerem as altura de fazer o que não lhes apetece assim tanto. Dualidade de gente crescida ou a caminho disso.

O Jovem Coaching é um contributo ao Desenvolvimento Pessoal e Académico e destina-se aos adolescentes e jovens até à idade universitária, desenrolando-se em sessões individuais de 45 minutos ou 1 hora. Também se aplica a pequenos grupos ou a turmas de escolas.

Utilizo ferramentas criativas e específicas do Coaching para promover no Jovem Coachee uma tomada de consciência enriquecedora e motivadora de acção. Trato temas como:

- Introdução aos Valores e Comportamento (Na minha semana, em casa ou fora de casa, a que dou eu valor? Como faço as minhas escolhas, desde o acto de levantar da cama, estudar ou ver televisão, até comer um gelado ou ir à cantina almoçar? Faço desporto para quê?)

- Os Relacionamentos Pessoais (Porque gosto dos meus amigos? Dizem-me que sou importante na minha família... em que medida? Que posso eu fazer para ser melhor?) 

- A Vontade de Estudar e a Vontade de me Divertir (A gestão do tempo e o acompanhamento na calendarização da semana. Tomar decisões.)

- O que vou fazer da Minha Vida (Escolhas no Secundário e Ensino Superior. Quais são os meus pontos fortes e pontos fracos? Que Projecto de Vida quero desenhar e como?)

17 de agosto de 2011

A propósito de auto-motivação e de objectivos...













... matutava eu agora numa simples linha de pensamento, que ponho à consideração:

Quando eu quero mesmo fazer, o meu desempenho tem muito maior probabilidade de ser melhor do que quando apenas tenho que o fazer.

Quando eu quero, faço-o por mim, por aquilo que para mim é valioso. Tendo consciência que o que faço, faço pelos meus valores.

E, a propósito, será que tenho sempre, sempre, consciência disso?

Ganhar consciência daquilo que queremos,
porque nos é valioso e essencial pode ser,
tão simplesmente,    
o primeiro passo da auto-motivação.

Este pode ser o começo de um processo de Coaching.

O que quero fazer ?   O que quero estar a sentir ?

Depois, seguem-se os outros contributos para o caminho.